Tuesday, August 01, 2006

Update: O Leonardo mandou o link com a explicação do ocorrido. E o pior é que um dos responsáveis pelo bug é o Larry Osterman,  um cara bom de serviço que está na Microsoft desde a época que o bit só tinha um estado. A explicação da cagada é bem razoável.

 http://blogs.msdn.com/larryosterman/archive/2006/07/31/684327.aspx




posted by Leandro on Wednesday, August 02, 2006 2:20:23 AM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback




posted by Leandro on Wednesday, August 02, 2006 1:41:59 AM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback
Capitulo III - Trágica revelação

Só a voz de taquara rachada e a sandália número 41 davam indícios do segredo que envolvia a natureza de Jeitosinha. Mas o que todos viam era uma loira de 1,70 m, cabelos sedosos até a cintura, cativantes olhos verdes, cintura fina, coxas grossas e bem torneadas, seios pequenos e um bumbum perfeito.

"Como ela consegue não ter nenhuma celulite? Parece bunda de homem!", alfinetavam as amigas.

Era sobre a beleza e feminilidade da filha que Marilena pensava, quando a chamou para uma conversa definitiva.

- Querida, tenho algo muito importante a lhe revelar.

- O que foi, mamãe? - perguntou Jeitosinha, apreensiva, lendo a angústia nos olhos da pobre senhora.

Marilena respirou fundo e foi diretamente ao ponto central do problema, como se tentasse extirpar com um único golpe o câncer moral que atormentava sua existência:

- Você não é uma mulher.

- Claro que não mamãe!

- Você já sabia, Jeitosinha? - Surpreendeu-se Marilena.

- Claro. Tenho minhas amigas na escola. Embora você nunca tenha me falado sobre essas coisas, eu sei que não sou mulher.

Marilena respirou aliviada.

- Então você já sabia que...

- Sim, mamãe. Eu ainda sou uma donzela.

Por um instante Marilena deixou-se abater pelo desânimo.

Pensou em sumir, dar cabo da própria vida, qualquer coisa que a livrasse da enorme decepção que teria que causar a filha. Mas Jeitosinha era uma garota doce e compreensiva. E mesmo sendo loira, devia ter, mesmo que instintivamente, a percepção de que não era uma moça como as outras.

- Querida... - Perguntou Marilena - você nunca notou nada de estranho no seu corpo?

- Bem, mamãe... - respondeu Jeitosinha, encabulada - eu nunca entendi muito bem por quê eu sinto uma dor horrível entre as pernas quando uso uma
calcinha apertada ou tomo uma bolada no vôlei...

- O que mais, minha filha?

- Hummm... Nas aulas de Educação Sexual eu tenho uma certa dificuldade em entender por onde é que os homens depositam na gente as tais sementinhas...

Era a oportunidade que Marilena esperava para contar a menina toda a verdade.

Como Jeitosinha reagirá à constatação de que é espada?




posted by Leandro on Wednesday, August 02, 2006 1:39:48 AM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback
 Monday, July 31, 2006
Capitulo II - A farsa

Não foi difícil esconder do pai da criança a verdade sobre Jeitosinha. Ambrósio era um homem conservador e moralista, embora seus atos não correspondessem à disciplina rigorosa que impunha aos filhos e a esposa. Por esta razão, ninguém estranhou que desde muito cedo a caçula tenha sido criada em total isolamento em relação aos seis irmãos, sob o olhar atento de Marilena.

Para Ambrósio e os vizinhos, a intenção da mãe era preservar a honra e inocência da filha. A menina era o tesouro de seu pai. Sem contato íntimo com outras crianças, a própria Jeitosinha cresceu desconhecendo sua real condição de travesti. Os traços finos da criança colaboravam, e quando a adolescência chegou, Marilena passou a misturar hormônios femininos ao Biotônico Fontoura que dava diariamente a menina, com resultados surpreendentes.

Aos 20 anos, Jeitosinha era não apenas uma mulher, mas a mulher mais bonita do bairro. Foram raros os incidentes que ameaçaram revelar o segredo de Marilena. O mais grave aconteceu quando a menina tinha 15 anos. Era uma tarde de Domingo quando Arlindo, o irmão mais velho, entrou na sala gritando:

- Eu vi a Jeitosinha fazendo xixi em pé! Eu vi a jeitosinha fazendo xixi em pé!

Com presença de espírito, antes mesmo que Ambrósio raciocinasse sobre a frase, Marilena deu um safanão no rapazote:

- Espiando sua irmã no banheiro, não e, safado?

Diante da possibilidade de que a intimidade inocente de sua filhinha tivesse sido violada, Ambrósio deu uma surra de cinto no pobre Arlindo. Só depois de muitas chibatadas é que foi cair a ficha:

- Peraí, moleque. Você disse que viu sua irmã mijando em pé? Que história é essa?

Mas quando Arlindo saiu do coma, uma semana depois, o pai já nem se lembrava mais da pergunta formulada segundos antes de ele perder os sentidos. Para Ambrósio, tratava-se apenas de uma brincadeira do jocoso Arlindo. Aqueles foram dias difíceis para Marilena. Mas a crise que aquela pobre mãe zelosa enfrentava agora, cinco anos depois, era muito mais grave. Estava chegando a hora de contar a verdade a filha: Jeitosinha estava apaixonada.

Jeitosinha resistirá à trágica revelação de sua natureza?

Confira no próximo e emocionante capitulo!




posted by Leandro on Tuesday, August 01, 2006 1:38:23 AM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback
 Friday, July 28, 2006
Nos idos do inicio do século a história facinante de uma jovem chamada Jeitosinha surgiu na forma de uma novela por email. Passo agora a postar aqui no escoria.org. Para aqueles que já conhecem é momento de relembrar, para os não conhecem esse primor da literatura nacional já estava na hora de tomar vergonha na cara e ler.

Capitulo I - Nascimento de Jeitosinha

Ambrósio e Marilena já tinham seis filhos, mas a iminência da chegada de um sétimo rebento criava um clima de tensão no lar. As seis tentativas anteriores não foram suficientes para realizar o sonho do homem: ser pai de uma menina. Contínuo num banco de pequeno porte, indivíduo de temperamento difícil e tendo sido vítima de tortura durante a infância (era obrigado a se vestir de marinheiro e usar botinhas ortopédicas), Ambrósio vivia como uma bomba prestes a explodir.

Por isso Marilena nem se espantou quando o marido, com um tom de voz até doce se comparado ao tratamento habitual que dispensava a família, decretou:

- Se for outro cueca eu te mato, sua vaca!

Para a sorte da pobre mulher, Ambrósio estava no trabalho quando ela entrou em trabalho de parto. Ao conferir, com a criança ainda nas mãos da parteira, que se tratava de mais um menino, Marilena chorou compulsivamente.

Dona Nair, a velha parteira, tentou consolá-la com as palavras simples mas sábias dos humildes:

- É depressão pós-parto. Estima-se que ela atinja 10% das puérperas. Ela pode ser severa e resistente ao tratamento farmacológico, mas o estrogênio - em doses decrescentes, durante duas semanas, mimetizando o ciclo ovariano...tem sido eficaz em alguns casos, viu, 'fia' ?

- Não é isso, Dona Nair... - interrompeu a mulher, entre lágrimas. O problema é que o Ambrósio vai me matar se souber que é outro varão...

Dona Nair era uma mulher experiente. Com um sorriso maroto, sugeriu:

- Se é assim, crie o garoto como se fosse uma menina. Ambrósio nunca saberá a diferença...

- A senhora acha que isso pode funcionar? - animou-se Marilena.

- Já vi demais... Lembra daquela pivô que jogava na seleção de basquete ?

Agarrando-se aquele fio de esperança, a mãe abraçou carinhosamente a criança e encheu-se de ternura.

- É... pode dar certo. Até que ele é jeitosinho...

- Jeitosinha, 'fia'... - corrigiu Nair - Jeitosinha!

Conseguirá Marilena levar esta farsa adiante? (Até o próximo capítulo)




posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 10:28:04 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback


Via: Meu Dotcom Job - Versão do Diretor


posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 9:37:16 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback




posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 6:44:24 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback




posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 6:39:58 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback




posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 6:38:56 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback




posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 6:11:55 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback


Via: Ovelha Elétrica



posted by Leandro on Friday, July 28, 2006 4:33:02 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback
 Thursday, July 27, 2006




posted by Leandro on Thursday, July 27, 2006 4:16:32 PM (E. South America Standard Time, UTC-03:00)  #    Comments [0] Trackback